Pular para o conteúdo principal

Leitura obrigatória recomendada

Comentários

  1. "Ronald Perrone disse...

    "Bruno disse...
    Apesar de não gostar de filmes de terror, pq 90% deles não tem história. Esse eu gostei!"

    Essa foi uma das coisas mais estúpidas que eu já li em toda a história da internet."

    Não querendo polemizar, mas apenas respondendo ao seu comentário, acredito que por aqui fique mais fácil de você ler.

    Acontece que realmente há poucos filmes de terror que são bons. Para mim, filmes de terror devem ter 2 coisas imprescindíveis: 1º Uma história; 2º Um clima, seja pela filmagem, seja pela edição, enfim. Que te prenda ao filme.

    Ultimamente os filmes de "terror" tentam chamar tenção pelo visual, que para mim não é nem um pouco assustador. Me faz rir.

    São pouquíssimos filmes que conseguem prender a sua atenção junto a tela, onde você fica no clima de sempre querendo mais, ansioso para saber o que vai acontecer.

    No caso o REC é um deles, pois há principalmente o terror psicológico devido a forma de filmagem, assim como no Rose Red, que apesar de série, você tem o clima de suspense e prende sua atenção.

    Há de concordar que existem filmes péssimos, Albergue, Chave Mestra, Chamado, Casa na Colina, Jason, Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, etc...

    Mas também há bons, Rec, Orfanato, Exorcismo de Emily Rose, Poltergeist, Exorcista, Massacre da Serra Elétrica (o original), sendo que todos esses conseguem chamar a sua atenção para a tela pelo filme e não pelas imagens.

    Espero que me entenda, se não, tudo bem. Respeito sua opinião.

    Abraço ;)

    ResponderExcluir
  2. Ok, Bruno, não quis chatea-lo, hehe

    Só acho que você não deve generalizar o gênero terror se baseando nos filmes que VOCÊ assiste.

    E tirando o Massacre da Serra Elétrica, você só citou filmes recentes. E os outros zilhões de filmes de terror que existem desde a criação do cinema?

    Não gostar do gênero é uma coisa, agora generalizar dizendo que 90% dos filmes de terror não tem história, é uma declaração muito infeliz...

    O certo seria, 90% dos filmes de terror QUE EU VI não tem história, e blá blá blá...

    Mas tá tudo certo! =)
    Abraço!

    ResponderExcluir
  3. Eu denovo haha

    Concordo com você que talvez tenha deixado meu comentário muito vago.

    Realmente terror não é um genero que me agrada justamente por isso, pelo fato de que os filmes bons são antigos, em sua maioria. É muito raro ver um que seja bom e recente.

    Principalmente por causa da história que acaba se repetindo, não há uma idéia inovadora. Isso também acontece nos outros gêneros, mas em terror isso é quase que constante, haja as milhoes de continuações sem sentido que os filmes têm.

    Por isso que acredito que o terror psicológico seja muito melhor do que o visual.

    Muito Obrigado!

    ;)

    ResponderExcluir
  4. Assista aos antigos então, oras...

    Se quiser, posso recomendar uns bons.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

O IMBATÍVEL (Undisputed, 2002)/O LUTADOR (Undisputed 2: Last Man Standing, 2006)

No útlimo fim de semana procurei outros filmes recentes do Michael Jai White para vê-lo distribuindo porrada em meliantes como em BLOOD AND BONE e BLACK DYNAMITE. Me deparei com UNDISPUTED 2, continuação de um filme dirigido pelo Walter Hill em 2002 e que, por pura negligência da minha parte, ainda não havia assistido. Enfim, foi uma experiência interessante, além de poder ver um ótimo filme de luta estrelado pelo Jai White ainda tirei o atraso com o filme Hill, que é obrigatório para os fãs do sujeito.

Ambos os filmes se passam em prisões e envolvem lutas “profissionais” entre os encarcerados, mas o resultado de cada é bem diferente um do outro. UNDISPUTED é puro Walter Hill! Cinema classudo, sério, focado em personagens bem talhados e com direção extremamente segura. Temos Wesley Snipes na pele de Monroe Hutchen, campeão de boxe de Sweetwater, uma prisão de segurança máxima que promove legalmente lutas entre presos. Ving Rhames é George Iceman Chambers, o campeão mundial dos pesos …

OS BÁRBAROS (The Barbarians, 1987)

Daquela listinha de filmes de fantasia, Sword and Sorcerer, que eu postei outro dia, um dos exemplares que causou mais alvoroço foi OS BARBAROS. Alguns amigos acharam engraçado por eu ter lembrado desse filme que passou milhares de vezes no Cinema em Casa do SBT. E como estamos falando de um trabalho do italiano Ruggero Deodato, nada melhor que ressaltar como era bom ter doze anos e poder conferir às tardes da TV brasileira nos anos 90 um filme com bastante sangue, membros decepados e peitos de fora. Algo impossível para um moleque atualmente, que tem de se contentar com os filmes de animais falantes que empesteiam diariamente a programação… Neste fim de ano, meus votos de um grande pau no c@#$% do politicamente correto.

De todo modo, OS BÁRBAROS é uma porcaria. Fui rever essa semana para escrever para o blog e, putz, acreditem, é a coisa mais ridícula do mundo. Ainda bem que já sou vacinado contra tralhas desse tipo e encontro tantos elementos engraçados que fica impossível não sair…

OS IRMÃOS KICKBOXERS, aka BLOOD BROTHERS (1990)

Também conhecido como NO RETREAT, NO SURRENDER 3 em alguns países. Não é tão espetacular quanto o segundo, mas é um veículo divertidíssimo que serve de vitrine para que Loren Avedon e Keith Vitali (os irmãos do título) demonstrem suas habilidades em artes marciais em sequências alucinantes de pancadaria! Até hoje me lembro quando eu era um moleque de oito ou nove anos pegando a fita da Top Tape na locadora com meu irmão mais novo. Passamos o fim de semana inteiro assistindo repetidas vezes este que foi o meu primeiro “kickboxer movie”.


Na trama, os dois personagens não vão muito com a cara do outro. Avedon é um professor de kickboxer que dirige um fusca, enquanto Vitali ganha a vida como policial respeitado, seguindo os passos de seu pai. Ambos lutam pra cacete! Para resumir o enredo, uma tragédia na família acontece (leia-se alguém é assassinado) e acaba sendo o motivo de reaproximação dos irmãos, que deixam as diferenças de lado e juntam forças para fazer exatamente aquilo que se …