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BIG BAD MAMA (1974)

O google resolveu me sacanear colocando uma mensagem informando que o blog estava avaliado como foco de ataques e que a entrada por aqui poderia lhe render um belo “cavalo de Tróia”. Depois de futucar bastante umas páginas da minha conta no google que eu nem sabia que existiam, fizeram uma análise e constataram que o blog está limpo. Retirei vários elementos da coluna à direita e coloquei esse template dark que é das antigas do blogger pra garantir que o problema não volte. Vamos manter as coisas assim, por enquanto.

Mas chega de papo e vamos ao que interessa! Estamos no período da depressão americana, temos a Lei Seca, assalto à bancos, tiroteios à rodo com Tommy Gun’s cuspindo fogo e Angie Dickinson peladona! Precisa de mais alguma coisa para BIG BAD MAMA ficar melhor? Ah, claro, a presença hilária de Dick Miller, que não aparece mais que o habitual nas produções de Roger Corman, mas sua participação foi bem distribuida ao longo do filme. Ele interpreta o policial durão que vive pelas estradas atrás da Big Mama do título e sua gangue. Sempre que está prestes a concluir sua missão, algo dá errado e suas reações são, no mínimo, de rachar o bico! Não tem como não ser fã desse eterno coadjuvante...

 
Corman estava começando a fazer dinheiro com pequenos gangster movies e resolveu apostar na anti-heroina, vivida por Dickinson, e suas duas filhas espirituosas e sapecas, que embarcam numa jornada no mundo do crime, no qual estão sempre envolvidas em roubos, sequestros, perseguições, tiroteios, num road movie alucinante de ação e com vários personagens interessantes cruzando o caminho das três protagonistas, como o ladrão de bancos encarnado por Tom Skerritt, por exemplo, ou o romântico jogador compulsivo na pele de William Shatner.

A direção é de Steve Carver, que no ano seguinte fez outro filme do gênero para Corman: CAPONE, com Bem Gazzara no papel título. Dirigiu depois Chuck Norris pelo menos duas vezes, como o McQUADE - O LOBO SOLITÁTIO, que eu acho um filmaço! BIG BAD MAMA é o seu primeiro longa e já demonstra boa habilidade trabalhando muitas sequências de ação, um senso de humor bem equilibrado, mantendo as coisas num ritmo ágil e divertido… é claro que a pulsão sexual e a quantidade de nudez também ajudam, especialmente com as personagens das filhas (Susan Sennett e Robbie Lee) bem à vontade e Angie Dickinson, nos seus 43 anos, expondo seus atributos de deixar muita mulher de vinte com inveja.

BIG BAD MAMA recebeu o título A MULHER DA METRALHADORA aqui no Brasil e ganhou uma continuação nos anos 80, dirigido por outro pupilo de Corman, Jim Wynorski.

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