Clique na imagem para saber mais informações sobre a mostra, que é organizada pelo meu grande amigo Osvaldo Neto.
16.3.11
14.3.11
RADIOACTIVE DREAMS DE VOLTA...
...trazendo novidades sobre o diretor mais incompreendido (?!) da história do cinema!
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| Fender está te esperando por lá! |
ASSASSINO À PREÇO FIXO, aka THE MECHANIC (2010)

Um exemplo: a primeira cena de assassinato em ASSASSINO À PREÇO FIXO é boa, simples, rápida, inteligente, demonstra as habilidades notáveis do nosso protagonista como assassino profissional, etc... mas se formos comparar com o assassinato do Bronson no filme original, não dá nem para o cheiro. São 16 minutos sem qualquer diálogo, a câmera do diretor Michael Winner descreve visualmente cada movimento do protagonista, sem exageros, com uma elegância cinematográfica absurda, uma verdadeira aula de cinema que já vale o remake inteiro!E é impossível pra mim não ficar fazendo comparações, especialmente quando o filme se assume como remake, utiliza os mesmos nomes dos personagens originais e não muda praticamente nada da essência do primeiro filme, o que de certa forma é algo elogiável. é o certo, na verdade. Aliás, tirando o final (que é totalmente bunda-mole, diga-se de passagem, mas não vou estragar), ASSASSINO À PREÇO FIXO é um filme que respeita o original até demais e segue uma estrutura bem fiel ao filme de 72. É claro que temos cenas de ação diferentes, algumas situações são atualizadas para os dias atuais, não tem a classe do cinema de ação dos setenta, enfim, é exatamente o que acaba que atrapalhando a quem tem grande apreço pelo filme do Bronson. E eu sou fanático pelo original!

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| Classe. Ou você tem, ou você não tem. |
A direção de ASSASSINO À PREÇO FIXO ficou por conta do Simon West, daí já viu, né? O cara estreou sua carreira fazendo aquele barulhento CON AIR, outro filme de qualidades duvidosas, mas visto na ingênua adolescência, me deixou de queixo caído. Hoje não perco meu tempo para conferir se realmente é muito ruim, ou se acaba tornando-se num autêntico guilty pleasure. De qualquer forma, as cenas de ação deste aqui não são lá grandes coisas... alguma coisinha aqui e ali, mas nada demais. O que me surpreendeu um pouco é justamente quando NÃO havia ação. O filme se segura e nunca fica chato! Tá certo que a relação entre “mestre” e “aprendiz” (Ben Foster) é fraca, não funciona pra mim, mas as cenas com o Donald Sutherland ou até mesmo o relacionamento com a belíssima prostituta são competentes, prendem a atenção...

24.2.11
GAME OF DEATH (2010)

Mas não vamos ficar chorando nem imaginando o que poderia ter saído se Ferrara tivesse realizado o filme. Como um fã desse tipo de tralha, o importante pra mim é que temos mais um exemplar para sentar no sofá, com um inebriante qualquer, para se divertir assistindo Wesley Snipes descendo o cacete em bandidos. Especialmente se o elenco conta ainda com Gary Daniels e Robert Davi pra aumentar ainda mais a ansiedade. Sim, eu fico animadão com esse tipo de coisa!


Para piorar a situação voltamos a ver os tiques visuais e de montagem que estragaram 80% dos filmes do gênero ao longo da década passada. Há algum tempo várias produções de baixo orçamento vinham prezando por uma montagem mais clássica e sem frescuras e em GAME OF DEATH algumas cenas parecem uma porra de video clip e o montador deslumbrado com os recursos de uma mesa de edição como uma criança numa loja de brinquedos querendo brincar com TODOS os brinquedos!

E é legal ver novamente o Wesley Snipes atacando de badass, que mata sem remorços com as próprias mãos, sempre achei o Snipes um cara talentoso e aqui, mesmo com a “profundidade” de seu personagem, consegue desempenhar um bom papel. Gary Daniels é a mesma coisa, até surpreende compondo um vilão da pior estirpe, bem raso, mas para o tipo de filme que temos aqui, é suficiente. Já Robert Davi, faz aquilo que sabe. É sempre um ator competente. No elenco ainda temos Zoe Bell e Ernie Hudson completando o time.

23.2.11
SUMMER LOVE, aka Dead Man's Bounty (2006)

Há uns 3 anos atrás, o Osvaldo Neto havia me falado deste SUMMER LOVE, um western de produção polonesa que conta com o Val Kilmer no elenco em uma peculiar participação. Mas só agora resolvi dar atenção. Kilmer estava em algum festival europeu, quando uns produtores poloneses chegaram até ele com uma maleta contendo US$50.000 propondo a ele uma participação no filme que estavam realizando. Acrescentaram ainda que só precisariam dele durante um dia das filmagens e ele não soltaria nem uma frase… e assim, temos aqui, um western europeu com o Kilmer no elenco.
Aliás, uma das coisas que SUMMER LOVE tem tirado como vantagem ao longo dos últimos anos é que se trata do primeiro faroeste polonês. Os especialistas do gênero, ou do cinema polonês (aqueles que vão além de Skolimowski e Kieslowski), podem confirmar essa história… afinal, o filme é muito recente.

E onde o Val Kilmer entra nessa história? Acertou quem disse que ele é o defunto! Seu personagem já surge em cena morto nos primeiros minutos, com as moscas rondando sua carcaça, os olhos esbugalhados e de vez em quando aparece alguns enquadramentos com angulos diferenciados representando a “visão” do morto… muito bizarro.

21.2.11
TC 2000 (1993)

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| Imagem roubada do blog Bonga Shimbun!, do amigo Bruno Martino |
O ano é 2020. Uma catástrofe natural fez com que a parcela rica da população fosse viver nos subterrâneos, enquanto o restante da população, na superfície, mastiga o pão que o diabo amassou. Tirando esse pano de fundo, o que sobra para a trama é algo muito complexo, inteligente e difícil de acompanhar… sim, estou sendo irônico! Na verdade, é uma baita confusão, cheia de personagens e situações que só servem mesmo para criar ação e pancadaria a todo instante. Billy Blanks é um TC 2000, espécie de policial que faz a proteção contra os invasores da superfície, Jalal Merhi é o lider de uma gangue da superfície que tenta invadir o subterrâneo, Matthias Hues também é um TC 2000, mas é óbvio que não está do lado do bem e não vai com a cara do Blanks, e Bolo Yeung é um famoso lutador que vive na superfície e une forças com Blanks para derrotar os malvados… e por aí vai.


TC 2000 foi lançado em VHS no Brasil com esse mesmo título e nem preciso dizer que só é recomendável para os iniciados em tralhas desse tipo, né? O filme, na verdade, é uma porcaria se levado à sério, com grave risco do sujeito terminar a sessão com uma úlcera no estômago.
12.2.11
NOVO BLOG DE UM VELHO CONHECIDO

Marcelo Carrard, que editou durante 6 anos o blog MONDO PAURA, retorna agora nesta nova aventura virtual, como ele mesmo diz. NUDO E SELVAGGIO é a sua nova casa onde vai tratar de muito cinema extremo e obscuro. Obrigatório!
7.2.11
OUTRAGE (2010), Takeshi Kitano

Apesar da presença do Kitano em cena, o filme não possui protagonistas. A trama é composta por vários tipos de "gags" que se espera de antemão quando ocorre uma guerra entre organizações mafiosas. Um membro de uma família é espancado ali, outro membro morre por vingança lá, um carro é explodido acolá, pedidos de desculpas com direito a dedinho decepado, e por aí vai… Tudo isso narrado com elegância e inteligência de quem sabe o que faz, trabalhando com competência os clichês do gênero e, de novo batendo nessa tecla, com um tom de humor inesperado mesclado à violência habitual dos filmes de Beat Takeshi.
5.2.11
31.1.11
28.1.11
TERROR NO PÂNTANO (Hatchet, 2006), de Adam Green






Em 2010 foi lançado o segundo filme da série, também dirigido pelo Green. Espero que ele consiga manter o mesmo nível e o excelente climão de slasher movie oitentista realizado fora de época.
24.1.11
A SEQUEL TO DELLAMORTE DELLAMORE

In an interview with Fangoria the great Luigi Cozzi said he recently heard from DELLAMORTE DELLAMORE writer-director Michele Soavi.
"Michele has told me that he has started to write the script for a special horror project he plans to shoot between the end of 2011 and the beginning of 2012," says Cozzi "A sequel to his gothic masterpiece DELLAMORTE DELLAMORE, a.k.a. CEMETERY MAN. He's going to produce it himself and wants it to really be a great, strong, shocking Italian horror movie."
20.1.11
CONTRIBUIÇÃO AO MUSEU DO VHS
Como disse no blog do Leopoldo Tauffenbach, meu pobre acervo de VHS não possui quase nada de muito raro, mas acho que vale a pena contribuir assim mesmo com este sensacional projeto do Bruno C. Martino:


A AMBULÂNCIA (The Ambulance, 1990), de Larry Cohen

A MARCA DA CORRUPÇÃO (Best Seller, 1987), de John Flynn. Uma das obras primas de um dos maiores mestres de ação que o cinema já teve.

INIMIGOS PELO DESTINO (China Girl, 1987), de Abel Ferrara

DARK STAR (1974), tinha que ter pelo menos um do Carpenter.

ENCURRALADO (Duel, 1971), Steven Spielberg.
GUERREIROS DO APOCALIPSE (Land of Doom, 1986), de Peter Maris. Farinha do mesmo saco daqueles milhares de filmes pós-apocalípticos que surgiram nos anos 80.
MISSÃO COBRA (Cobra Mission, 1986), de Fabrizio De Angelis. Farinha do mesmo saco daqueles milhares de filmes guerra na selva que surgiram nos anos 80.Excelente resenha do Felipe M. Guerra.
TEX WILLER E OS SENHORES DO ABISMO (Tex e il signore degli abissi, 1985), de Duccio Tessari. Adaptação bem fraquinha, mas divertida, do cowboy mais famoso dos quadrinhos.
TRÊS HOMENS, UMA LEI (Il bianco, il giallo, il nero, 1975), de Sergio Corbucci
DÁ-LHE DURO, TRINITY (Più forte, ragazzi!, 1972), de Giuzeppe Colizzi. Passei bons momentos da minha infância acompanhado dessa dupla... seja lá qual fosse o filme. Este aqui nem me lembro como é, mas não importa.
KICKBOXER IV, O AGRESSOR (Kickboxer 4: The Aggressor, 1994), tinha que ter algo do Albert Pyun.
Z00, UM Z E DOIS ZEROS (A Zed & Two Noughts, 1986), de Peter Greenaway.
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