Estréia na direção de Michael Jai White.
16.5.11
15.5.11
HELL COMES TO FROGTOWN (1988)



Mas putz, como é divertida essa bobagem toda! Roddy Piper é muito carismático, um dos atores mais engraçados do cinema americano – e não me lembro dele ter feito alguma comédia – e aqui está impagável com a sua desconfortável situação, sempre rodeado de mulheres, sem poder aproveitar, gerando uma série de gags hilárias a partir disso. O filme não explora a nudez de suas atrizes, mas não chegamos a sentir falta (o que não deixa de ser um filme sexy). O elenco está todo muito bem e conta com a ilustre presença de William Smith!

14.5.11
COMANDO DELTA 2 - OPERAÇÃO COLÔMBIA, aka Delta Force 2: The Colombian Connection (1990)

Chuck e Aaron já haviam trabalhado juntos no terceiro filme da série BRADOCK. Qualquer hora dessas eu farei uma revisão dessas belezinhas, mas lembro de ter gostado muito deste terceiro. Depois eles fizeram outras bagaças, mas sem dúvida alguma, é em COMANDO DELTA 2 que os irmãos devem ter se saído melhor! É um filme cheio de ação ridícula (no bom sentido), com o velho Chuck chutando bundas em vários momentos, além da presença de Billy Drago como um dos vilões mais estranhos e engraçados da história do cinema de ação!


O orçamento até que permite ação de qualidade e os Norris se beneficiam muito disso, especialmente no citado final, onde temos boas doses de explosões e grande poder de fogo utilizado para o nosso deleite. Há uma cena onde Chuck e Drago são arrastados dentro de uma floresta pendurados em um helicóptero que é um primor! Típica sequência que só poderia sair dos anos 80 e início dos 90.

13.5.11
CYBORG Director's Cut, aka SLINGER (1989)
Meus comentários sobre a director's cut de CYBORG, de Albert Pyun, no Radioactive Dreams.
Clique aqui para ler.
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6.5.11
HUNT TO KILL (2010)


Gil Bellows interpreta um exagerado lider da gangue, que tem como um dos membros Gary Daniels, numa atuação discreta e supostamente mal aproveitada. Mas o fato é que Daniels marcou presença em HUNT TO KILL como um favor a pedido de Steve Austin, já que os dois se tornaram grandes amigos após contracenarem em OS MERCENÁRIOS. Apesar disso, a sequência na qual Austin e Daniels entram em combate físico contou com a coreografia deste último. É o grande momento do filme e que faz valer ao menos uma conferida!


HUNT TO KILL nunca vai ser uma obra prima do gênero, o roteiro é fraquíssimo e reaproveita toscamente a idéia de RISCO TOTAL, com o Stallone, e daqui algum tempinho já vai ser esquecido (exceto para os fãs de ação direct to video), mas é um bom trabalho do diretor Keoni Waxman (que fez alguns dos últimos filmes do Steven Seagal), tem um elenco interessante, bons efeitos especiais e uso da locação… pode ser visto sem muito compromisso que é diversão certeira!
5.5.11
SPECIAL FORCES (2003)


SPECIAL FORCES é uma dessas produções patriotas que exaltam o heroismo americano e blá blá blá, mas o que importa mesmo é que este filme representa dois fatos marcantes na carreira de Florentine.

Scott Adkins é de um talento impressionante no campo das artes marciais. Como ator, tem carisma suficiente para se tornar um astro popular dos filmes de ação. Aqui, ele tem uma pequena participação, mas é crucial! Rouba o filme pra si toda vez que surge em cena e gostamos tanto do personagem que sempre ficamos com um gostinho de “quero mais”. Ele interpreta um soldado britânico que ajuda a equipe americana a resgatar a jornalista. Só que o cara é um verdadeiro ninja! Luta pra cacete, consegue acertar dois bandidos desavisados, com um chute em cada, mas no mesmo salto, sem tocar o chão. É de encher os olhos.

É a partir daqui que as sequências de luta ganham uma força descomunal em seus filmes seguintes, como NINJA e UNDISPUTED II e III. É claro que ter um ator que realmente sabe lutar ajuda um bocado, como é o caso do Adkins, mas Florentine demonstra que amadureceu muito ao longo da carreira. O resultado em SPECIAL FORCES é fenomenal em comparação com o que é feito no cinema americano atual, geralmente com câmeras tremidas e cortes rápidos que não deixam o espectador enxergar um simples soco.


Esse clip dá uma boa noção do que esperar do filme.
3.5.11
U.S. SEALS II (2001)

Por enquanto, vamos falar apenas deste, que é a parte do meio de uma trilogia que começa com U.S. SEALS (2001) e termina com OPERAÇÃO TEMPESTADE (2002), mas cada filme é independente entre si. Ainda bem, porque o único que eu vi foi este aqui dirigido pelo Florentine.

Para que isso não aconteça, o ex-parceiro (e agora inimigo mortal de Chapa), Michael Worth, junta-se com um general (Marshall Teague) e forma um grupo de ex-combatentes truculentos para invadir a ilha, salvar a cientista, impedir o lançamento dos mísseis e liquidar ao máximo o número de bandidos!
Parece tentador, não é? Mas vamos com calma. U.S. SEALS II tem alguns problemas que exigem da paciência do espectador. Após uma boa sequência de ação no início, o filme entra num marasmo pra deixar a história tomar forma. É até legal ver um pequeno filme como este tomar tempo para desenvolver um enredo, sem se importar o quão brega ele é, ou se os atores são péssimos, etc. Quando a ação recomeça lá pelas tantas, já na ilha invadida, é pratimante ininterrupta, com abundantes sequências de pancadaria. Sim, vale ressaltar que a ação é basicamente formada por cenas de luta, já que o roteiro teve a inteligência de lembrar que armas de fogo na ilha poderiam interferir em dois pequenos mísseis nucleares armados e prontos para utilização. Assim, todos os personagens e até o bandido mais descartável utilizam paus, correntes, facas, espadas samurais, os próprios punhos, para derrubar o adversário.

Outro problema de U.S. SEALS (e desta vez não tem nada a ver com o orçamento) é o efeito sonoro dos movimentos cortanto o ar. É óbvio que uma espada deslocada de um ponto ao outro no firmamento faz um som. Mas aqui, TODA vez que um persoangem gira a cabeça, levanta um braço, mexe a porra de um dedo ou pisca, ouvimos o som do ar cortanto! Putz… que mania besta que o Florentine pegou de tanto fazer episódios e alguns longas dos POWER RANGERS (que eu fiz o favor a mim mesmo de não assistir nessa peregrinação da carreira do homem). Mas U.S. SEALS II passa… é ruim, mas diverte.
1.5.11
COLD HARVEST (1999)
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Como já observamos em outros filmes do diretor, a trama de COLD HARVEST se passa em período e ambiente inusitados: em um futuro pós-apocalíptico onde não se vê a luz do dia, um vírus mortal causa o terror em certas áreas infectadas.
Gary Daniels, em papel duplo, é Roland, um famoso caçador de recompensas – desses que pegam o trabalho através de cartazes de “procurado” (vocês vão entender porque) – e é também Oliver, seu irmão gêmeo, um dos poucos que carregam em seu corpo uma possível cura para o tal vírus. Quando ele e sua mulher (a musa dos anos 80, Barbara Crampton) estão sendo levados, junto com outros “portadores da cura”, para uma zona não infectada, o comboio é atacado pelo perigoso vilão Little Ray (Bryan Genesse) e sua gangue, que resolve simplesmente matar todo mundo sem muito motivo. A única que escapa é Barbara Crampton, que está grávida e, por conta disso, também carrega a cura. Procurada pelo bandido, ela encontra seu cunhado que agora tem de protegê-la, levá-la até a tal zona e vingar a morte de seu irmão! Tudo ao mesmo tempo!!!


Uma das coisas mais legais do filme é que o universo que temos aqui, é visto como um encontro entre o futuro e o passado, da mesma maneira que Florentine havia feito em BRIDGE OF DRAGONS, mas o passado em COLD HARVEST é representado por elementos do western. Os personagens andam de bugres estilo MAD MAX 2, motos, helicópteros, etc, ao mesmo tempo em que existem saloons, vestem-se como forasteiros do velho oeste e carregam armas no coldre prontos para um duelo… Eu sei que nada disso é muito original, mas curiosamente, os personagens também lutam kung fu (ou algo do tipo), pra não esquecermos que estamos num filme de Isaac Florentine!

E, claro, o diretor não decepciona na condução de vários momentos de pancadaria e tiroteios violentos. Aqui sim, Florentine demonstra porque é um dos melhores diretores de ação direct to video da atualidade! Destaque para a ação final, quando Gary Daniels invade o covil de Little Ray distribuindo tiros e porradas pra tudo quanté lado, filmado num estilo claramente inspirado em John Woo, mas desta vez funcionando perfeitamente, diferente do desastre HIGH VOLTAGE. Inclusive alguns enquadramentos recriam imagens dos filmes do diretor chinês. Outra influência clara presente no filme – especialmente na ação final – é Sergio Leone; o duelo entre o protagonista e seu oponente tem montagem que remete ao “trielo” de THE GOOD, THE BAD AND THE UGLY acompanhada de uma trilha bem tosca de spaghetti western. Mas são detalhes que são um charme, contribuem muito para a ação e resulta num dos grandes momentos da carreira de Florentine!

27.4.11
HOBO WITH A SHOTGUN (2011)

E não estou falando de MACHETE, mas sim daquele cuja história, bem simples, mostrava um mendigo, uma escopeta, tiros e sangue à vontade, perfeitamente encaixado no espírito da brincadeira. E o canadense Jason Eisner, que realizou este fake trailer, conquistou também o direito de adaptá-lo para uma versão de duração maior e não desperdiçou a oportunidade. HOBO WITH A SHOTGUN oferece em todos os sentidos aquilo que a sua fonte de origem prometia. Diferente de MACHETE, que apesar de não ser ruim, decepcionou profundamente. Até hoje eu não acredito que Rodriguez e sua trupe desperdiçou um material tão genial, com um puta time de atores que tinha em mãos…

A história de HOBO continua de uma simplicidade exemplar, mesmo depois de adaptado (aprende Rodriguez!), com Hauer encarnando o mendigo que chega a uma cidade onde a corrupção e violência nas ruas imperam de uma maneira pertubadora, absurdamente exagerada e estilizada, e depois do desenrolar de vários acontecimentos nosso protagonista se vê obrigado a tomar certas atitudes, pega todo o seu dinheirinho e investe numa escopeta para fazer justiça por conta própria estourando a carcaça dos meliantes com calibre 12, como forma de contribuir para que o crime seja varrido das ruas.
O espectador é então trasportado para uma espécie de cinema transgressor e politicamente incorreto que se não atinge perfeitamente seu objetivo nesse sentido, ao menos chega bem perto de um resultado muito eficiente que lembra os exploitations setentistas mesclados aos filmes da Troma, em uma constante de situações de pura violência gráfica, explícita e visceral e um humor que incomoda os moralistas de plantão.

E dentro deste espetáculo grotesco e de humor negro, encontramos um Rutger Hauer extremamente expressivo, cujo carisma atinge o público do início ao fim. Não tem como não gostar...
Desde que iniciou essa onda revival do cinema exploitation, são poucos os exemplares que realmente conseguem sair do lugar comum. Os próprios filmes do projeto GRINDHOUSE acabaram falhando nesse sentido (embora eu adore tanto PLANETA TERROR quanto DEATH PROOF). Calhou de alguns filminhos de pouco orçamento, despretensiosos, como BLACK DINAMYTE e este aqui a missão de representar esse cinema de outrora. HOBO WITH A SHOTGUN já é um dos mais divertidos de 2011.
26.4.11
6° Cinefantasy abre inscrições para filmes de horror, ficção científica e fantasia

Diferente do que o Brasil está acostumado a assistir em termos de festival, o Cinefantasy incentiva, divulga e debate a diversidade temática no cinema nacional há cinco anos. Hoje é um evento de grande porte, cuja programação é totalmente voltada ao cinema fantástico.
O material gráfico do Festival apresenta, neste ano, uma divertida, e ao mesmo tempo sombria, ilustração criada especialmente pelo animador e designer Victor-Hugo Borges. O caráter lúdico e fabuloso dessa criação delineia perfeitamente o conceito do Cinefantasy.
O que é o cinema fantástico? É um termo usado para unir todos os gêneros que têm um pé no real e outro no irreal. Ou seja, horror, ficção científica e fantasia são subgêneros que integram o fantástico.
O Festival nasceu em 2006 no litoral de São Paulo, migrou para a capital paulista há três anos e hoje ocupa três salas de cinema durante duas semanas. A edição de 2010 consolidou o Cinefantasy como o principal festival de gênero no país, tendo o reconhecimento do público, crítica e mídia.
Com programação dividida em mostras competitivas (curta-metragem, longa-metragem, Desafio Mestre dos Gritos), mostra paralela e atividades de formação, o Cinefantasy visa fomentar a produção do cinema fantástico e a formação de público.
As mostras competitivas selecionam o melhor do mundo em curtas e longas-metragens do gênero fantástico para competir pelo cobiçado prêmio “Corpo-Seco Dourado”. Em 2010, os longas que conquistaram a estatueta foram o belga “Christopher Roth”, o húngaro “1” e o anglo-romeno “Strigoi”; na competitiva de curtas, o gaúcho “Quiropterofobia”, o paulista “Coda”, o francês “La Revelacion” e o argentino “Deus Irae”.
A mostra paralela traz retrospectivas, homenagens, exibições temáticas e encontros com diretores e figuras de importância para o universo fantástico. O Festival também oferece oficinas, workshops e palestras gratuitamente.
Parcerias e intercâmbios com entidades e eventos estrangeiros são provas do prestígio internacional que o Cinefantasy conquistou. Em 2010, uma seleção dos vencedores do 4º Cinefantasy viajou pela América Latina, sendo exibida em festivais da Aliança Latino-Americana Fantafestivales, da qual o Cinefantasy é membro fundador. O Cinefantasy também faz parte da recém-criada Aliança Internacional de Filmes de Gênero.
Inscrições
As inscrições para o 6° Cinefantasy poderão ser feitas no período de 15 de abril a 26 de junho, pelo site do Festival. Para conhecer o regulamento e se inscrever, acesse o endereço www.cinefantasy.com.br.
O participante terá três opções de competitiva: Curta, Longa e Desafio Mestre dos Gritos.
Serão 15 prêmios para a categoria Curta-Metragem e 12 para Longa-Metragem. Entre os prêmios estão: Melhor filme de Horror, Melhor Vilão, Melhor Vítima e Melhor Criatura. O prêmio Mestre dos Gritos será entregue ao filme que arrancar mais gritos e sustos da plateia em, no máximo, 5 minutos.
Serviço:
6º CINEFANTASY
Inscrições: até 26 de junho
www.cinefantasy.com.br
contato@cinefantasy.com.br
22.4.11
21.4.11
Futuros projetos do Drago

Uma pequena análise do que Dolph Lundgren planeja aprontar nos próximos anos.
IN THE NAME OF THE KING 2: Isso mesmo, é a continuação daquela tralha medieval divertida dirigida pelo Uwe Boll e que continha um elenco que até hoje não entendemos como o Boll conseguia reunir. Mas essa sequência não parece ter muita relação com o anterior, e a história vai envolver viagens no tempo, com um agente especial dos dias de hoje (Dolph Lundgren) indo parar na idade média, realizando uma profecia e participando de batalhas épicas. A previsão é que veremos essa belezinha ainda em 2011.
SMALL APARTMENTS: Outro que teremos ainda neste ano é esta comédia policial independente de elenco estranho. Matt Lucas interpreta um sujeito que vivencia uma jornada no mundo do crime, tentando esconder o corpo de seu chefe, a quem matou acidentalmente, e se encontra em situações inusitadas com personagens bizarros. E aí, no elenco, temos James Caan, Johnny Knoxville, Peter Stormare e… Dolph Lundgren, que eu não faço a menor idéia do que vai aprontar, mas só de estar aí no meio, o filme deve valer pelo menos uma conferida.
ONE IN THE CHAMBER: Ainda em fase de pré produção, não se sabe muita coisa sobre o filme. Ou escondem bem o segredo, ou ninguém se interessa pela produção e não vão atrás de informação. O fato é que a fita tem Cuba Gooding Jr. no elenco, que como todos nós sabemos só tem feito filmes discretos de ação policial lançados no mercado de DVD nos últimos anos. Com o Dolph Lundgren também marcando presença, pode ser que tenhamos um habitual “Gooding Jr. movie” recente, mas com algo a mais. Saindo mais informação (ou se alguém tiver algo a acrescentar nos comentários), eu publico aqui.
UNIVERSAL SOLDIER: A NEW DIMENSION: Rá! Este é um dos mais agardados! Especialmente pelo sucesso que foi o filme anterior, um dos filmes de ação DTV dos mais divertidos que tivemos até agora, e o diretor, John Hyams, volta à comandar este aqui. Nada ainda sobre a trama do filme, mas Jean Claude Van Damme, Dolph Lundgren e, a última aquisição, Michael Jai White é pra deixar qualquer fã de ação de baixo orçamento em constante expectativa! O lançamento está previsto para 2012.
THE PACKAGE: Dolph Lundgren vai se reunir com Steve Austin para um filme de ação. É outro exemplar de informações escassas, mas uma pequena sinopse saiu por esses dias: A courier for a local crime lord must deliver a mysterious package while being chased by a horde of unusual gangsters. “Unusual gangsters”, uau! Com um pouco de criatividade, pode sair muita coisa boa daqui. Vou ignorar o fato do diretor ser o mesmo de CUBO ZERO, quero ver mesmo o Drago e Austin caindo na porrada!SKIN TREAD: Até agora não tinha citado nenhum filme que seria dirigido pelo próprio Dolph Lundgren. Mas teremos SKIN TREAD, que será dirigido, escrito e estrelado pelo sujeito. Depois de realizar ICARUS, Dolph tem a minha total confiança nesse trabalho atrás das câmeras. Não faço idéia ainda do que se trata o filme, mas é outro para estarmos acompanhando de perto por aqui.
OS MERCENÁRIOS 2: Pra finalizar, esperamos poder assistir ao Drago na continuação do "épico" de ação de Stallone. O personagem de Dolph é um dos meus favoritos no primeiro filme e seria um prazer tê-lo de volta. E já que finalmente o Stallone decidiu que realmente não vai dirigir, me veio à mente agora que o próprio Dolph Lundgren seria um nome capacitado!!! Por que não?! Eu já tenho uma lista de nomes que poderiam muito bem sentar na cadeira de diretor pra comandar a bagaça, e o velho Dolph acabou de ser incluído. Depois publico essa lista com os devidos comentários.
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