Com Quentin Tarantino filmando neste momento a sua homenagem aos filmes de guerra, principalmente Inglorious Bastards (77), acabei parando pra assistir logo de uma vez este clássico do italiano Enzo G. Castellari, porque daqui a pouco a febre começa e vai ser cult ter assistido as referencias que o Tarantino coloca em seus filmes (Espero que entendam a minha ironia).
Mas o próprio Inglorious Bastards é uma homenagem declarada aos filmes de guerra e isso fica claro pela maneira que o roteiro aborda os clichês do gênero dosando humor e seqüências de ação exacerbadas, criando uma jornada onde os “bastardos sem glória” rumam ao calvário bélico. A história é repleta de situações elaboradas, o ritmo e o timing para as cenas de ação e comédia são perfeitos, mas no final das contas é a contagem de corpos que prevalece e Castellari se destaca nestes momentos, especialmente no final, quando resolve se soltar e filmar em câmera lenta as metralhadoras cuspindo chumbo, explosões desenfreadas e dublês “morrendo com estilo”. Uma coisa linda de se ver.
Recomendo o texto do Felipe M. Guerra em seu blog para saber muito mais sobre Inglorious Bastards.
Mas o próprio Inglorious Bastards é uma homenagem declarada aos filmes de guerra e isso fica claro pela maneira que o roteiro aborda os clichês do gênero dosando humor e seqüências de ação exacerbadas, criando uma jornada onde os “bastardos sem glória” rumam ao calvário bélico. A história é repleta de situações elaboradas, o ritmo e o timing para as cenas de ação e comédia são perfeitos, mas no final das contas é a contagem de corpos que prevalece e Castellari se destaca nestes momentos, especialmente no final, quando resolve se soltar e filmar em câmera lenta as metralhadoras cuspindo chumbo, explosões desenfreadas e dublês “morrendo com estilo”. Uma coisa linda de se ver.
Recomendo o texto do Felipe M. Guerra em seu blog para saber muito mais sobre Inglorious Bastards.















