18.12.12
17.12.12
SWORD AND SORCERER
É o seguinte, já que curtiram a sessão de posteres da última postagem, resolvi garimpar para encontrar mais alguns exemplares do gênero Sword and Sorcerer e Fantasia dos anos oitenta. Haja saudosismo... E existem muitos outros. Mas muitos outro mesmo! Se quiserem contribuir, fiquem à vontade.
OS DEUSES DO OLIMPO (1983), de Bruno Mattei e Claudio Fragasso. Assisti pela TV quando era miúdo, no fim dos anos 80... que nostalgia.
Mais outra belezinha com o grandalhão Lou Ferrigno. O filme tem nos créditos a direção de Enzo G. Castellari. Na verdade, quem comandou mesmo SINBAD E OS SETE MARES (1989) foi o maior dos picaretas italianos, Luigi Cozzi.
Ao menos para lembrar desses clássicos O HOBBIT prestou.
* Título nacional não encontrado.
Como fui me esquecer do FÚRIA DE TITÃS (1981) original?
O FEITIÇO DE ÁQUILA (1985), de Richard Donner
O GUERREIRO E A ESPADA (1984), Richard C. Broderick
CONQUEST* (1983) de Lucio Fulci.
ATOR O INVENCÍVEL (1984), de Joe D'Amato
AS AVENTURAS DE ERIK, O VIKING (1989), de Terry Jones
O IMPÉRIO DO MEDO (1990), de Joe Finley
FOGO E GELO (1983), Ralph Bakshi
AS AVENTURAS DE HÉRCULES (1985), de Luigi Cozzi
OS DEUSES DO OLIMPO (1983), de Bruno Mattei e Claudio Fragasso. Assisti pela TV quando era miúdo, no fim dos anos 80... que nostalgia.
Mais outra belezinha com o grandalhão Lou Ferrigno. O filme tem nos créditos a direção de Enzo G. Castellari. Na verdade, quem comandou mesmo SINBAD E OS SETE MARES (1989) foi o maior dos picaretas italianos, Luigi Cozzi.
Ao menos para lembrar desses clássicos O HOBBIT prestou.
* Título nacional não encontrado.
16.12.12
PETER JACKSON, FAÇA-ME O FAVOR...
Só não é o filme mais asqueroso de 2012 porque este ano tivemos CLOUD ATLAS, dos irmãos Wachowski e Tom Tykwer.
O HOBBIT é um repeteco de tudo que vimos em SENHOR DOS ANÉIS, de maneira ainda mais pavorosa. As mesmas soluções simplistas e preguiçosas, as mesmas tomadas aéreas que enchem o saco, a mesma trilha sonora, os mesmos discursos "edificantes" a cada cinco minutos, as mesmas batalhas mal filmadas, mal editadas, mal decupadas, mal encenadas, a mesma falta de noção de mise en scène... tudo que irritou ao longo de três filmes o sujeito conseguiu acumular em um só. E vem mais dois por aí.
De bom, a curta presença do Christopher Lee.
E pra que inovação tecnológica, os tais 48 quadros por segundo, se o diretor é um incompetente? No dia que o senhor Jackson for capaz de filmar algo do nível de qualquer um desses filmes aí abaixo, voltamos a falar sobre o assunto.
E muitos outros...
O HOBBIT é um repeteco de tudo que vimos em SENHOR DOS ANÉIS, de maneira ainda mais pavorosa. As mesmas soluções simplistas e preguiçosas, as mesmas tomadas aéreas que enchem o saco, a mesma trilha sonora, os mesmos discursos "edificantes" a cada cinco minutos, as mesmas batalhas mal filmadas, mal editadas, mal decupadas, mal encenadas, a mesma falta de noção de mise en scène... tudo que irritou ao longo de três filmes o sujeito conseguiu acumular em um só. E vem mais dois por aí.
De bom, a curta presença do Christopher Lee.
E pra que inovação tecnológica, os tais 48 quadros por segundo, se o diretor é um incompetente? No dia que o senhor Jackson for capaz de filmar algo do nível de qualquer um desses filmes aí abaixo, voltamos a falar sobre o assunto.
CONAN, O BÁRBARO (1982), John Millius
EXCALIBUR (1981), John Boorman
KRULL (1983), Peter Hyates
CONAN, O DESTRUIDOR (1984), Richard Fleischer
PRINCIPE GUERREIRO (1982), Don Coscarelli
GUERREIROS DO FOGO (1985), Richard Fleischer
A ESPADA E OS BÁRBAROS (1982), de Albert Pyun
WILLOW NA TERRA DA MAGIA (1988), de Ron Howard
YOR, O CAÇADOR DO FUTURO (1983), de Antonio Margheriti
SHE (1982), Avi Nesher
HERCULES 87 (1983), Luigi Cozzi
CÍRCULO DE FERRO (1978), de Richard Moore
DEATHSTALKER, O GUERREIRO INVENCÍVEL (1983), de James Sbardellati
SORCERESS (1982), de Jack Hill
O MATADOR DE DRAGÕES (1981), de Matthew Robbins
ATOR, A ÁGUIA GUERREIRA (1982), de Joe D'Amato
RAINHA GUERREIRA (1985), Hector Olivera
OS BÁRBAROS (1987), Ruggero Deodato
E muitos outros...
15.12.12
11.12.12
SEIZURE (1974)
Após retornar do Vietnam, em meados dos anos 60, Stone resolveu aliar sua habilidade na escrita com algo que nunca havia experimentado antes: o cinema. Entrou para NYU film school e teve como professor um sujeitinho de sobrancelhas grossas que faria uns filmes “razoáveis” como TAXI DRIVER e TOURO INDOMÁVEL… Nessa época, Stone chegou a realizar um curta metragem, muito bom aliás, LAST YEAR IN VIETNAM, o qual recebeu vários prêmios em festivais estudantis. Com este curta no currículo e mais a bagagem adquirida na universidade, Stone partiu para o Canadá com o propósito de realizar seu primeiro longa metragem.
Juntamente com um amigo, Jeff Kapelman, que foi um dos produtores de SEIZURE, Stone foi em busca de investidores. Os problemas começam por aí. Não demorou muito para arranjarem cerca de cento e cinquenta mil dólares, que é uma boa grana para um primeiro e pequeno filme de horror. A questão é que um dos produtores era Michael Thevis, um gangster novaiorquino que utilizava seus investimentos no mercado da música e do cinema para fazer lavagem de dinheiro. Portanto, não seria surpresa para quem já conhece um pouco da vida do diretor, sua visão política e sua afetuosa ligação com entorpecentes, constatar que seu primeiro filme foi feito com dinheiro sujo da máfia. Aliás, nada mais óbvio em se tratando de Oliver Stone.
Mas isso não serve de desculpa para a má administração que esse dinheiro acabou recebendo. Talvez pela falta de experiência Stone gastou mais que devia, sei lá... sabe-se apenas que o diretor, em pleno début, se viu no meio das filmagens com os atores fazendo motim por não terem recebido salário e reza a lenda que o anão Hervé Villechaize tentou negociar com Stone segurando uma faca… uma versão de Herzog vs Kinski em AGUIRRE, mas em miniatura.
Rapidamente sobre o filme. SEIZURE realmente não é lá grandes coisas, mas tem momentos e ideias interessantes. A trama transcorre num fim de semana, na casa de campo de um escritor (Johnathan Frid, o Barnabas Collins original) que recebe alguns convidados. Os problemas começam quando as criações mentais do protagonista, figuras macabras (uma gostosona chamada Queen of Evil; um grandalhão deformado com roupa de carrasco; e Spider, um bizarro anão), tomam vida e começam a aterrorizar os personagens. O elenco é excelente e Stone demonstra boa capacidade em criar climas surreais, atmosféricos e sequências mais intensas, como a que o protagonista é obrigado a encarar uma luta de facas com uma de suas convidadas. Só peca mesmo pela falta de noção de ritmo e por conta de uma exagerada pretensão psicológica. Se leva à serio demais. Não deixa, no entanto, de ser um bom filme de horror.
Nos tempos áureos do VHS, durante os anos 80, SEIZURE foi lançado no mercado americano com o título QUEEN OF EVIL. É bem pouco comentado… talvez até tenha sido pouco visto. Como não foi lançado em DVD, deverá continuar assim por um bom tempo ainda.
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Depois de um feedback por aqui e na página do Dementia¹³ no facebook , resolvi tomar mesmo a decisão de fechar as portas por aqui e me muda...










































