30.11.09

HONKYTONK MAN (1982), de Clint Eastwood

Clint Eastwood é um desses diretores que sempre terá um espaço reservado no Dementia 13, independente de gênero. Seja em seus faroestes desmistificadores ou policias classudos, mas também em dramas sensíveis e tocantes como HONKYTONK MAN, um dos poucos filmes dirigidos pelo Clintão que precisava assistir urgentemente. Não faltam muitos agora, vou ver se consigo fechar a filmografia dele em 2010, já que eu sou muito desorganizado para essas coisas de ver filmografias de uma vez. Sempre abandono no meio do caminho...

Clint interpreta Red Stovall, um músico tuberculoso em plena depressão americana que parte numa jornada com seu sobrinho (Kyle Eastwood, filho do diretor) para Nashville, demonstrar seus dotes musicais em sua última tentativa de ser alguém na vida, última chance para deixar sua marca.

O enredo é bem simples, mas Eastwood é capaz de pegar o mais banal dos materiais e transformar numa bela obra de arte, e não digo apenas na estética, ele consegue colocar substância na trama e nos personagens, com os quais passamos a nos importar, e a forma como aborda toda a ambientação utilizando-se dos elementos de road movie é tão delicada quanto sua compreensão do período. O roteiro pode ter sido escrito por Clancy Carlile, adaptação de seu próprio livro, mas o coração do filme é a visão de Clint com seu estilo combinado às suas recordações da época. Eastwood nasceu em maio de 1930, em São Francisco, e passou a infância nas estradas empoeiradas ao lado de seu pai. Isso permitiu a ele uma atenção extrema aos detalhes, o que resulta em momentos antológicos, algumas das mais belas seqüências que o sujeito já filmou na carreira. Trabalho de alto nível este do Clintão...

27.11.09

McTiernan vs Wynorski

Em clima de O ÚLTIMO GRANDE HERÓI, o meu amigo Osvaldo Neto me manda esta pequena amostra de picaretagem do diretor Jim Wynorski, que faz com que os italianos dos anos oitenta pareçam extremamente éticos e honestos... inacreditável.

25.11.09

O ÚLTIMO GRANDE HERÓI (Last Action Hero, 1993), de John McTiernan

Revi outro dia O ÚLTIMO GRANDE HERÓI, um dos filmes mais importantes da minha pré-adolescência, que me fez compreender, ainda muito cedo, sobre questões que envolvem a magia do cinema, sobre a linha tênue que separa a fantasia da realidade, sobre os heróis de ação que fizeram minha cabeça ainda muito jovem, como Stallone, Van Damme, Steven Seagal, e claro, Arnold Schwarzenegger! E o mais legal é que esta verdadeira aula não soa chata nem pretensiosa, mas diverte a valer com uma narrativa embalada à doses de ação, muito humor, trilha sonora esperta, referências cinematográficas, enfim, é sempre um prazer rever essa jóia dos anos 90.

Um dos motivos que me fez gostar tanto de O ÚLTIMO GRANDE HERÓI foi a condução narrativa através do ponto de vista de um garoto, com seus 13/14 anos, movie geek, apaixonado pelo bom e velho cinema de ação da mesma forma que muitos de nós éramos na mesma época. Que garoto não gostaria de vivenciar a libertação dos reféns em DURO DE MATAR acompanhado de John McLane, ou ter ido a marte em uma aventura sensacional com Douglas Quaid em O VINGADOR DO FUTURO? É esse tipo de sensação que o filme proporciona (O EXTERMINADOR DO FUTURO II é um bom exemplo também, mas não o faz como análise, mas como elemento dramático).

Na trama, o garoto recebe um bilhete mágico que misteriosamente o transporta para dentro do filme de ação cujo personagem principal é o famoso Jack Slater (vivido pelo Arnie), um policial durão bem ao estilo STALLONE COBRA. E todo o conceito do filme é trabalhado com o garoto tentando convencer Slater que todo aquele universo é, na verdade, uma mentira, um filme, gerando situações antológicas, como a sequência da vídeo locadora, onde Stallone é o ator estampado numa peça promocional de O EXTERMINADOR DO FUTURO II. Uma das minhas cenas favoritas é como o garotinho imagina a adaptação de Hamlet, de Shakespeare, com o Schwarzenegger no papel título, soltado a célebre "ser ou não ser?" para, logo depois, sair atirando com armas de fogo e lançando granadas para vingar a morte de seu pai, o rei da Dinamarca... Hahaha!

Arnoldão, aliás, está ótimo com seu personagem, muito à vontade, a todo momento soltando frases de efeito, brincando com a essência e a mitologia do herói dos filmes de ação. O sujeito consegue imprimir de maneira exata aquilo que o filme propõe: ser uma brincadeira das mais inteligentes sobre o mundo do cinema. O garotinho também contribui com isso, e os vilões são um conjunto de todos os estereótipos desta espécie, aliás, O ÚLTIMO GRANDE HERÓI vai buscar alusões, elementos e fundamentos dos filmes do gênero para enriquecer o discurso, como os exageros intencionais em sequências de ação, personagens extremamente caricatos, e se alguém aí não entender a piada, fica difícil gostar (e se você não gosta de filmes de ação, então esqueça).

O elenco é um destaque a parte, em especial na galeria de vilões, os quais inclui Anthony Quinn, Charles Dance, Tom Noonam e F. Murray Abraham (“Ele matou Mozart!”). Ainda temos Art Carney e Ian McKellen encarnando a Morte que sai do filme O SÉTIMO SELO, de Ingmar Bergman, e começa a vagar pelas ruas de Los angeles. A direção de O ÚLTIMO GRANDE HERÓI também é muito boa, ajuda muito ter um John McTiernan comandando a produção. Já havia dirigido Arnoldão em PREDADOR, revolucionou o gênero com DURO DE MATAR e é um mestre com muita consciência naquilo que faz.

O ÚLTIMO GRANDE HERÓI talvez seja até perspicaz em demasia para seu público alvo, embora um putinho de 13 anos consiga entender tranquilamente, ou pelo menos sentir a experiência divertidíssima que é, embora a crítica na época, ao que parece, não entendeu muito bem a piada (já li algumas críticas que são verdadeiras palhaçadas ignorantes). Dedico este post ao leitor "Demofilo Fidani", que já me pediu duas vezes para escrever sobre o filme.

23.11.09

BURIAL GROUND (Le Notti del Terrore, 1981), de Andrea Bianchi

Dos filmes do fim de semana, um dos mais legais foi este clássico zombie movie carcamano, BURIAL GROUND, dirigido por Andrea Biachi, considerado um dos piores profissionais em sua área ao lado de Bruno Mattei... Mas não se preocupem com essas classificações, os verdadeiros fãs das bagaceiras à italiana vão adorar este aqui, nem que seja para dar boas risadas das situações que acabam gerando humor involuntário.

BURIAL GROUND é uma coisa linda, já está entre os meus zombie movies favoritos! A estória é bem tola, sobre três casais e um adolescente que visitam um cientista que trabalha em sua propriedade escavando e estudando alguma coisa que, pra falar a verdade, nem me recordo o que era... Só lembro que no início ele diz algo como “Sou o único que conhece o segredo!”. Mas acho que este detalhe não chega a ser muito importante na trama, já que 2 minutos depois, de volta às suas escavações, o cientista é atacado por um bando de zumbis e o tal segredo nunca é revelado no decorrer da estória . Enfim, seus convidados chegam ao local e sem muita enrolação (a não ser pra mostrar algumas cenas de sexo, o que eu chamo de uma boa enrolação) os zumbis põem-se a perseguir os personagens.

Claramente inspirado em ZOMBIE 2 de Lucio Fulci, o filme acabou recebendo o título ZOMBIE 3 em alguns lugares da Europa. Tirando várias cenas que o Bianchi chupou sem vergonha alguma do filme de Fulci, os dois filmes não possuem qualquer ligação. Inclusive, alguns anos mais tarde, o próprio Fulci deu inicio às filmagens do verdadeiro ZOMBIE 3, mas acabou finalizado pelo Bruno Mattei.

Dois detalhes geniais sobre BURIAL GROUND: primeiro, os zumbis, que possuem as maquiagens mais bizarras e mal feitas que eu já vi em algum filme do gênero. Claro que isso concede um charme muito legal ao filme, principalmente porque Bianchi faz questão de filmar com orgulho os seus zumbis em closes de uma maneira de fazer inveja ao Sergio Leone, acentuando todas as falhas das maquiagens. É bem engraçado. Os zumbis de Bianchi seguem a mesma linha de locomoção das criaturas de George Romero e Lucio Fulci, lentos e fáceis de escapar, mas possuem um nível de inteligência um pouco acima. São capazes de usar ferramentas, subir em lugares difíceis para conseguir “alimento” e em certo momento um zumbi utiliza um prego como se fosse uma arma ninja! Coisa de louco...

Apesar de tudo isso, o segundo detalhe é o que mais chama atenção em termos de bizarrice! E não tem nada a ver com os pobres zumbis. Estamos falando do adolescente do filme. Pra começar, o relacionamento no qual mantém com sua mãe é um tanto estranho, já que não é todo dia que vemos alguém com 14 anos querendo tomar leitinho quente direto do peito da mãe. Depois, o ator que interpreta o papel é Pietro Barcella (creditado aqui como Peter Bark), um sujeito muito estranho, meio anão, na época com seus 25 anos, dando a impressão de que alguém colocou a cabeça de um homem no corpo de um adolescente de 14 anos. Somando a isso a coisa do incesto, temos aí algo tão peculiar quanto os próprios zumbis do filme...

E é por essas e outras que fica impossível não adorar o cinema popular italiano!

21.11.09

CUT AND RUN (Inferno in Diretta, 1985), de Ruggero Deodato

CUT AND RUN fecha uma espécie de trilogia da selva do diretor Ruggero Deodato, se considerarmos ULTIMO MONDO CANNIBALE e CANNIBAL HOLOCAUST como trabalhos da mesma natureza. Embora este último seja o mais notório da carreira do diretor, CUT AND RUN consegue ser ainda bem mais bizarro pela miscigenação de gêneros e estilos colocados num único filme. Deodato consegue equilibrar terror, ação e aventura com a mesma atmosfera de seus cannibal movies, e ainda encontra inspiração em APOCALYPSE NOW, com direito a um coronel maluco comandando os nativos no meio da selva.

Se funciona essa mistureba? Depende muito de cada um, mas ajuda bastante se você for fã do diretor. O negócio é que é impossível ficar indiferente tendo um sujeito como Ruggero Deodato atrás das câmeras. Nunca vai ser uma simples aventura na selva e o diretor possui criatividade suficiente para realizar um filme singular, e não mais um rip off de CANNIBAL HOLOCAUST como surgiam aos montes na época. Embora tenhamos aqui um menu bem recheado para satisfazer os apreciadores de um bom cinema extremo: violência explícita, decapitações, corpos abertos ao meio, torturas, crocodilos devorando cadáveres, nudez gratuita e claro, a mídia sem muito escrúpulos... da mesma forma que em CANNIBAL HOLOCAUST.

Após uma abertura chocante, a estória inicia com uma repórter e seu cameraman em meio a uma investigação jornalística sobre tráfico de drogas em Miami. Em um dos locais investigados, todos os traficantes foram mortos misteriosamente e quando a dupla chega, encontra os corpos, o quarto revirado, e uma foto onde aparece Tommy, o filho do editor do programa para quem os dois repórteres trabalham e que estava desaparecido! Que puta coincidência! Na foto ele se está no meio da selva amazônica junto com o coronel Horne, sujeito dado como morto há anos.

Um pouco de enrolação e záz, a dupla parte para o coração das trevas da floresta Amazônica em busca de Tommy e de uma boa matéria sobre o lance das drogas. Chegando lá, dão de cara com o terror que só mesmo o mestre Ruggero Deodato sabe proporcionar. Além da grande variedade de elementos que o diretor dispõem para manter o público ligado do início ao fim, outro grande destaque é o elenco formado com alguns nomes americanos como Karen Black, Richard Lynch (interpretando o coronel) e o grande Michael Barryman, protagonizando algumas sequências com muita dose de violência. Também vale mencionar a excelente trilha sonora do brasileiro Cláudio Simonetti, que auxilia na ambientação com seus sintetizadores, além da fotografia caprichada da selva venezuelana (local onde o filme foi rodado).

Mas a grande sacada dos roteiristas é a referencia a APOCALYPSE NOW, ou melhor, a O Coração das Trevas, de Joseph Conrad, representado no papel do coronel Horne e magnificamente interpretado por Richard Lynch. A cena em que o ator discursa deitado na rede tem a mesma força que as sequências de Marlon Brando no filme de Coppola, guardando as devidas proporções, obviamente, pelo amor de Deus!!!

Deodato estava atualmente com um novo projeto envolvendo canibais, selva, etc, que eu não sei exatamente que fim levou, mas parece que não vai ser levado adiante... e não sei também se isso é bom ou ruim. Por enquanto, fico com as dezenas de filmes que o sujeito realizou ao longo da carreira e que eu ainda não vi, mas já adianto que uma das experiências mais divertidas concebidas por ele é, sem dúvida alguma, CUT AND RUN!

18.11.09

A NOITE DO TERROR CEGO (La Noche del Terror Ciego, 1971), de Amando de Ossorio

Com o novo padrão estético e narrativo dos filmes de zumbis (e por que não, do terror de um modo geral?) definido por George Romero em A NOITE DOS MORTOS VIVOS, o diretor espanhol Amando de Ossorio resolveu deixar sua autêntica contribuição ao subgênero com este A NOITE DO TERROR CEGO, colocando cavaleiros templários como zumbis que saem das tumbas para fazerem suas vítimas...

A mitologia desses zumbis, na qual rendeu uma saga que ainda possui mais três filmes além deste aqui, narra que os tais cavaleiros templários, ainda na idade média, foram condenados por heresia e tiveram seus olhos arrancados, mas por possuírem um conhecimento secreto de magia negra, conseguiram perpetuar seus corpos ao longo do tempo, escondidos nas ruínas onde no passado foram condenados.

Betty (Lone Fleming) e Virginia (Helen Harp) são duas amigas dos tempos de colégio que se reencontram, após muitos anos, na piscina de um hotel. Virgínia está há dias tentando conquistar Roger (César Burner), mas quando este põe os olhos em Betty já percebemos que a coisa vai esquentar neste triangulo de emoções. Mas claro que isso não chega a ser tão explorado pelo diretor, que precisa se concentrar no lance dos zumbis sem olhos.

Então, em uma excursão de trem, quando rapidamente fica claro que as intenções carnais de Roger estão pendendo pro lado de Betty, Virginia tem um ataque de nervos do nível de uma adolescente de 14 anos e salta do trem emburrada. Um pouco antes disso, porém, um flashback mostra o tipo de relação que as duas amigas haviam tido no colégio: aquela em que se colocam as aranhas para brigar, se é que me entendem. Esse simples flashback é uma das cenas mais sofisticadas do filme, com uma atmosfera de sonho, e o som do trem que permanece constante de background... o resultado é bem interessante.

Bom, Virgínia fora do trem, no meio do nada, completamente sozinha, acaba indo parar justamente num lugar onde ninguém conseguiria imaginar! As ruínas dos cavaleiros templários zumbis sem olhos!!! Ainda durante o dia, ela fica apenas andando pra lá e pra cá pelo local sem muito que fazer (e neste momento agradeço por terem inventado o controle remoto), mas a noite, temos a clássica sequência dos mortos vivos saindo de suas tumbas com sede de sangue, cavalgando em câmera lenta (só não me pergunte de onde saíram os cavalos). Ossorio deve ter achado a cena dos zumbis saindo do jazigo tão boa, mas tão boa, que acabou repetindo a mesma cena nos filmes seguintes. Enfim, Virgínia acaba sendo a primeira vítima dos zumbis...

É nesta sequência que podemos contemplar os cavaleiros pela primeira vez, com suas roupas medievais de soldados templários já bem envelhecidas pelo tempo e o crânio sinistro protuberante no lugar da face. A produção de A NOITE DO TERROR CEGO é bem independente, com baixíssimo orçamento, e um dos grandes trunfos do filme é fazer acontecer sabendo evitar os problemas de recursos com bastante criatividade. Outros momentos bacanas que demonstram isso é a cena do necrotério e, em especial, o ataque à casa de moda, com um uso de cores, luzes e espaço, cercado de manequins, que remete a atmosfera de SEI DONNE PER L’ASSASSINO, do mestre Mario Bava.

Com o sucesso deste primeiro filme, Amando de Ossorio se sentiu obrigado a continuar contando a saga dos zumbis sem olhos, dos quais não tive ainda a oportunidade de assistir, mas espero que sejam, no mínimo, uma boa diversão como este aqui.

17.11.09

Aventuras sangrentas de um cinéfilo capixaba na capital paulista...

O fim de semana em SP foi uma experiência fascinante. Os três dias de oficina de maquiagem e efeitos especiais com o Rodrigo Aragão, diretor de MANGUE NEGRO, me permitiram explorar um pouco da magia do cinema, além de conhecer várias pessoas legais, alguns já trabalhando na área, diretores de curtas, filmmakers, outros bem curiosos a respeito dos processos, mas todos compartilhando a mesma paixão pelo cinema fantástico, de horror, etc... algo extremamente difícil de encontrar por aqui em Vitória-ES.

Fora da oficina, tive o prazer de conhecer pessoalmente o companheiro d’O Dia Da Fúria, o grande Leopoldo Tauffenbach, que é um sujeito esplendido. Além dele, conheci o veterano blogueiro Marcelo Carrard, do Mondo Paura, os organizadores do Cinefantazy, Edu e Vivi, e ainda o Marc Price, diretor de COLIN, filme britânico de Zumbi que passou na sexta à noite. O sujeito, que se chama na verdade Marc Vincent Price, é uma figura e tanto. Eu e o Leopoldo tiramos uma foto com ele num restaurante onde fomos jantar, mas o Leopoldo ainda não me enviou a foto e assim que fizer eu coloco por aqui.

Além do COLIN, assisti THE FORBIDEN DOOR, bom filme de terror da Indonésia, e ATRAÇÃO SATÂNICA, do Fauzi Mansur. Sim, de longa só esses três, bem pouco mesmo. O restante do tempo eu estava nas oficinas, andando de metrô ou no centro me deliciando em lojas de DVD's...

Mas chega de enrolação, seguem algumas imagens de violência explícita, cortes, queimaduras e fraturas acometidas durante o fim de semana. Mas não se preocupem, eu garanto que já me recuperei de todas elas...

A primeira surra a gente nunca esquece...

Uma queimadura básica.

Lucio Fulci ficaria orgulhoso...

Esse aí é o Gustavo, gente finíssima e leitor do Dementia 13.

Me cortei fazendo a barba...

É, a maquiagem ficou boa, mas a costeleta estava precisando de uma acertada...

Amizade com alguns canibais.

Amizade com alguns suicidas.

Kakihara que se cuide!

O Mestre!

Em outro post eu comento um pouco os filmes que eu vi no festival. Até mais, crianças!

MUDANÇA DE CASA

Depois de um feedback por aqui e na página do Dementia¹³ no facebook , resolvi tomar mesmo a decisão de fechar as portas por aqui e me muda...